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sexta-feira, 29 de julho de 2011

SOBRE OS DÍZIMOS!

Recebi recentemente o comentário de um ex-mórmon solicitando informações sobre a possibilidade de recuperar valores doados a título de dízimos para a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. Especificamente, ele queria saber sobre a viabilidade de uma ação coletiva, reunindo diversos ex-membros em um processo para tentar reaver tais quantias.

Já li casos semelhantes envolvendo outras denominações religiosas. Pessoas que se sentiram lesadas recorreram ao Judiciário para reaver seus dízimos, geralmente alegando terem sido enganadas por líderes locais. Houve situações em que membros compraram "lotes no céu", mansões abstratas, chaves simbólicas e outros bens metafóricos. Houve até quem recebesse uma escritura de um terreno celestial supostamente assinada por Jesus Cristo, algo tão ridículo que sequer merece comentário. Sei que, em alguns casos, a Justiça decidiu favoravelmente aos fiéis, justamente porque a igreja ré não conseguiu provar a existência desses bens, nem mesmo a existência do céu, tema, aliás, de um processo movido por um ex-padre italiano contra a Igreja Católica.

A Igreja Universal do Reino de Deus, após sucessivas derrotas judiciais, tornou-se mais experiente nessa seara. Atualmente, diante de qualquer reclamação de indenização por parte de membros arrependidos, sua defesa alega desconhecimento dos fatos e transfere a responsabilidade para o líder local, arrastando o processo por anos em diversas instâncias.

No caso da Igreja Mórmon, acredito que reaver esses valores seja ainda mais complicado. Especialmente se o ex-membro ocupou cargos de liderança, como o de bispo, sendo ele mesmo o responsável por receber as doações e incentivar os membros a pagarem dízimos e ofertas.

Outro obstáculo significativo é o ônus da prova. O ex-membro precisaria demonstrar que foi efetivamente enganado, por exemplo, que não recebeu qualquer bênção em contrapartida ao dinheiro doado, ou que doou porque foi persuadido, ludibriado. Para isso, seriam necessários argumentos robustos para rebater a defesa da Igreja. É provável que os advogados da instituição recorram ao famoso texto bíblico de Malaquias, que exorta os fiéis a pagarem o dízimo, além de sustentarem que o mandamento está na Bíblia e é seguido por quase todas as religiões. A defesa certamente argumentará também que os membros contribuem espontaneamente, sem qualquer coação.

No mormonismo, a dinâmica é a seguinte: a Igreja pressiona indiretamente pelo pagamento do dízimo por meio de discursos, aulas e conferências, mas mantém o discurso oficial de que "a Igreja não pede dinheiro; o membro dá se quiser", o que não corresponde à realidade. Quem desejar ingressar com ação para reaver valores precisará juntar aos autos os recibos de pagamento de dízimos e ofertas. A questão que fica é: quantos ex-membros guardam esses comprovantes?

Em minha opinião, salvo raríssimas exceções de pessoas muito bem documentadas, o melhor é não tentar reaver esse dinheiro. Seja qual for o montante doado. O membro contribui num estado de certo modo induzido, sem plena consciência do que está fazendo. Se tivesse real noção do erro em que está incorrendo, sairia correndo da capela mórmon sem olhar para trás.

Quanto aos líderes locais, são figuras que inspiram compaixão. Tenho pena ao vê-los enganados e, ao mesmo tempo, enganando seus semelhantes. Além de não compreenderem adequadamente a própria doutrina que professam, acabam mantendo muitos outros na escuridão da ignorância.

Portanto, se alguém se arrepende de ter doado seu dinheiro ao mormonismo, sugiro fazer como eu: usar essa experiência para mostrar a todos a verdadeira natureza dessa doutrina. Revelar quem foi Joseph Smith Jr. e quem são seus sucessores. Suas obras, suas mentiras, suas ostentações, sua opulência. Quem dera minhas palavras pudessem ter o poder de libertar pessoas das correntes alienantes da doutrina mórmon. É fácil entrar, mas é extremamente difícil sair depois que a mente foi lavada e manipulada.

11 comentários:

  1. Doido...
    E o escorpião ainda continua no seu bolso como sempre...

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  2. Anônimo!

    Pode ir brincando. Um dia você verá que essa doutrina que segue será a causa de muita dor de cabeça. Aí então se lembrará das minhas palavras e dos meus conselhos.

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  3. Esse Antonio é uma piada... Cada bobagem que escreve!

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  4. Oi Antonio Carlos, eu estava esperando esse post sobre o dízimo e quero colocar algo sobre o dízimo, é extenso, mas vale a pena ler:

    A VERDADE SOBRE O DÍZIMO

    O que é dízimo? Imediatamente você poderá imaginar: Dez por
    cento dos meus rendimentos direcionados para a igreja. Mas, será que o Senhor Deus ainda exige que pratiquem alguma ordenança da lei do Antigo Testamento (da qual foi instituído o dízimo), mesmo depois que o seu amado filho Jesus, se entregou a si mesmo em sacrifício vivo e pela aspersão do
    seu sangue na cruz nos remiu dos pecados. Vamos meditar na palavra, e conhecer a verdade que envolve o dízimo, que está sendo levado aos fieis de maneira distorcida, por muitos pregadores. Porem, antes de iniciarmos o nosso estudo, vamos à consulta aos
    dicionários da língua portuguesa:
    Dízimo: A décima parte.
    Dízima: Contribuição ou imposto equivalente a décima parte dos rendimentos.
    Como podemos observar, dízimo é a décima parte (de qualquer coisa) menos dos seus rendimentos. Porque a fração equivalente a dez por cento dos rendimentos chama-se Dízima. Mas, os pregadores pedem o dízimo, a confusão
    já começa por aí, não sabem o que querem e nem o significado do dízimo, porque na lei de Moisés, a qual foi por Cristo abolida (Romanos 10:4, Gl
    3:10-13, At 13:39, Gl 2:16, Gl 3:24, Gl 5:4, Rm 3:24, Hb 7.12,18, 19 Leia
    as Epístolas ao Romanos e Gálatas), o dízimo nunca foi dinheiro para os
    cofres das igrejas. Os dízimos aos levitas era exatamente dez por cento das colheitas dos grãos, dos frutos das árvores e dos animais que nasciam em um determinado período.
    Alimento destinado a suprir as necessidades dos levitas que não tinham parte nem herança na terra prometida. Vejamos:
    Deuteronômio 14.24 a 27 E quando o lugar que escolher o Senhor teu Deus para fazer habitar o seu nome, for tão longe que não os possa levar, vende-os e ata o dinheiro na tua mão, e vai ao lugar que escolher o Senhor teu Deus e compre tudo o que a tua alma desejar, e come ali perante o Senhor
    teu Deus, e alegre tu e tua casa. Porem, não desamparará ao levita que está dentro das tuas portas e não tem parte e nem herança contigo. Considere a profundidade do texto bíblico onde o Senhor evidencia que, se o lugar que escolheu o Senhor teu Deus, para levar o seu dízimo, for tão longe
    que não os possa levar, Ele instrui, que o seu dízimo deveria ser vendido, e o dinheiro atado na tua mão, (não é na mão de nenhuma outra pessoa), ir ao lugar que escolheu o Senhor, e comprar o que a tua alma desejar, para ali
    fazer habitar o nome do Senhor Deus.
    Portando amados, se o dízimo fosse dinheiro, o Senhor não iria mandar
    vender o que já era espécie.
    A palavra não deixa dúvida quanto ao dízimo da lei de Moisés, o qual nunca foi oferecido da forma que está sendo feito, porque o dízimo era consagrado ao Senhor. É profundamente lamentável o que está acontecendo, hoje o dízimo
    virou uma brincadeira, uma verdadeira farra nas igrejas, porque o dízimo não
    era dinheiro, mas sim, dez por cento da produtividade, para suprir as necessidades dos levitas, mas hoje não existe mais a personalidade representativa do levita entre nós.
    Então alguém poderá apontar para Malaquias 3.10 para justificar que fora ordenado ao dízimo, ser levado para casa do tesouro. Isso não muda nada, a finalidade do dízimo continua sendo a mesma, ou seja, para produzir o sustento para os levitas.
    Se meditarmos nos livros de II Crônicas 31.5 a 12 e Neemias 12.44 a 47 vamos entender melhor o porquê Malaquias mandou levar os dízimos a casa do tesouro. A palavra diz: Para que haja mantimento na minha casa. E o que é mantimento?
    Mantimento: Aquilo que mantém: provisão, sustento, comida, dispêndio, gênero alimentício, etc.
    Ainda em II Crônicas 31.13 a 19, a lei mencionava que o quinhão dos dízimos era partilhado às comunidades dos levitas que trabalhavam nas tendas das

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  5. continua...

    congregações, segundo o ministério que cada um recebera do Senhor. Hoje o dízimo está sendo totalmente distorcido da forma original para o qual o Senhor Deus o determinou. Está sendo direcionado para o líder da igreja ou à cúpula de uma organização religiosa, onde
    ninguém mais sabe a que fim se destina esse montante. Enfim, o dízimo não fora criado para assalariar dirigentes das igrejas ou para prover as despesas pessoais desses, nem tão pouco destinado a realizar obras missionárias ou mesmo para construir templos.
    É inegável, ainda que o dízimo não tivesse sido abolido, hoje o homem
    estaria desvirtuando a finalidade para a qual lei o instituiu.
    No Antigo Testamento, o rigor da ordenança do dízimo era a garantia do mantimento com abundância. Pagava-se o dízimo, para receber recompensa das coisas materiais, mas Cristo em sacrifício vivo, pagou o mais alto preço,
    pagou o preço de sangue para que recebamos a paz, a graça e a oferta da vida eterna.
    No Evangelho de Cristo, Ele nos ensina que não precisamos mais pagar dízimo para garantir as necessidades cotidianas de coisas materiais (alimento, vestimenta, etc.), a prioridade hoje é buscar primeiramente o Reino de Deus e sua justiça e as demais coisas nos serão acrescentadas (Mateus 6.25 a 33). E para receber a graça e as bênçãos do Senhor não precisamos pagar mais nada (Mateus 10.7 a 10). É Ele, quem nos dá a vida, a respiração, e todas as coisas (Atos 17.25). Esta verdade sempre foi omissa pelos pregadores.
    OS DÍZIMOS ANTES DA LEI
    O DÍZIMO DE ABRAÃO - Gênesis 14.18-20 Abraão deu o dízimo dos despojos da guerra ao Rei Melquisedeque, sacerdote do Deus altíssimo, e foi por ele
    abençoado.
    O DÍZIMO DE JACÓ - Gênesis 28.20-22 Jacó fez um voto ao Senhor,
    prometendo-lhe dar o dízimo de tudo quanto ganhasse se em sua
    jornada fosse por Ele protegido e abençoado.
    Em ambos os acontecimentos, não há registro na palavra do Senhor que tenha havido ordenanças ou determinação para que se dessem os dízimos.
    Especificamente nesses casos, deu-se por uma iniciativa voluntária,
    espontânea, ou por voto, como forma de reconhecimento, agradecimento, honra e glória ao Senhor Deus, pelas bênçãos recebidas e pelas vitórias conquistadas. Assim sendo, hoje não se pode tomar como exemplo os dízimos de Abraão e Jacó, como fundamento para implantá-lo como regra geral de doutrina
    nas igrejas, com o propósito de receber bênçãos e salvação, como muitos pregadores fazem, coagindo e chantageando os fieis em nome do sacrifício do Senhor Jesus.

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  6. continua...

    O DÍZIMO PELA LEI - Números 18.21, 24, 26 O pagamento do dízimo teve
    ordenança, fazendo parte do contexto da lei do Antigo Testamento, e tinha caráter de caridade, pois a sua principal finalidade era suprir as necessidades dos Levitas que não tinham parte nem herança na terra
    prometida, e também dos estrangeiros, órfãos e viúvas.
    Deuteronômio 14.29 - Então virá o levita (pois nem parte nem herança têm contigo), e o estrangeiro, e o órfão, e a viúva que estão dentro das tuas portas, e comerão, e fartar-se-ão; para que o Senhor teu Deus te abençoe em toda a obra das tuas mãos que fizeres.
    Está na palavra, o Dízimo foi criado por Deus, com a finalidade exclusiva de fazer caridade aos necessitados, hoje é empregado com outros fins, diverso
    daquele que o Senhor mandou.
    Mas, ainda que os dirigentes das igrejas revertessem toda a renda dos dízimos e ofertas em obras sociais, ainda não estavam em conformidade com a palavra do Senhor, pois alem do dízimo ter sido abolido (Hebreus 7.5-12), a
    caridade ou amor ao próximo, é algo muito profundo, é individual e
    intransferível, é entre você e Deus (Mateus 6.1 a 4).
    Outro detalhe interessante que precisamos conhecer, quando o dízimo foi instituído pela lei (Números 18.20 a 24), com a finalidade de manter os filhos de Levi que administrariam o ministério na tenda da congregação, os quais não receberam parte nem herança na terra prometida, (Números 18.24b), disse o Senhor que os filhos de Levi não teriam nenhuma herança no meio dos filhos de Israel.
    As demais tribos de Israel dizimavam aos Levitas o necessário para a manutenção cotidiana, porque não possuíam propriedades na terra.
    Hoje, a situação está inversa, os trabalhadores, a maioria deles
    assalariados, ofertam o dízimo para os que vivem sem trabalhar e em
    abundância de bens, para manter a mordomia desses, sob pretexto de
    ministrar a obra de Deus.
    O DÍZIMO NO EVANGELHO DE CRISTO - Marcos 16. 15 e 16, disse
    Jesus: Ide por todo o mundo, pregai o Evangelho a toda a criatura. Quem crer e for batizado, será salvo, mas quem não crer será condenado.
    O Senhor Jesus mandou pregar o Evangelho, para que crendo, recebamos a salvação (I Coríntios 15.1, 2). Foi para isso que Ele deu a sua vida. E onde está a ordenança para o dízimo, senão no Antigo Testamento? Porque então o homem insiste em pregar e manter as ordenanças da lei, as quais

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  7. (ultima parte):


    foram por Cristo abolidas? Pregar a velha aliança é mutilar o Evangelho de Cristo, e sobrecarregar as ovelhas de pesados fardos, escravizando os que
    buscam a liberdade, verdadeiros condutores cegos, porque o Senhor assim os declara (Mateus 15.14).
    No Evangelho de Cristo Ele nos ensina fazer caridade, nos ensina a
    orar, a jejuar (Mateus 6.1 a 18), e uma infinidade de outros
    ensinamentos, porém nas duas únicas vezes que Ele referiu-se aos dízimos, foi com censura. Vejamos:
    Mateus 23.23 Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! Que
    dizimais a hortelã, o endro e o cominho, e desprezais o mais importante da lei, o Juízo, a misericórdia e a fé; deveis, porém, fazer estas coisas e não omitir aquelas.
    Alguém poderá considerar que Jesus ordenou que se dizimasse, porque Ele disse que Deveis fazer estas coisas. Vamos buscar o entendimento
    espiritual na palavra do Mestre:
    Jesus era um judeu, nascido sob a lei (Gálatas 4.4). Portanto, viveu Jesus na tutela da lei de Moisés, reconheceu-a, e disse dessa forma, pela responsabilidade de cumprir a lei.

    Conclusão: A lei do dízimo é do antigo testamento e não é mais necessária. As igrejas cobram o dízimo como forma de arrecadar dinheiro e encherem seus cofres de dinheiro. Isso é exploração.

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  8. As religiões hoje em dia cobram o dízimo de seus membros, contrariando a própria bíblia. O dízimo é do antigo testamento e não do novo testamento. Antigamente os religiosos doavam à igreja dízimo em espécie (mantimentos, rebanhos, grãos, etc) e as igrejas hoje em dia pegaram o gancho e implantaram a cobrança em dinheiro (dez por cento do salário que as pessoas recebem). No caso da igreja mórmon, o dízimo pode até virar trizimo (30%) incluindo as ofertas de jejum, fundo missionário, livro de mórmon, construção de templos, orçamento e até fundos que eles mesmos desconhecem: "outros fundos". No caso de pessoas que trabalham os mórmons são o seguinte conselho: pagarem o dízimo sobre o vencimento bruto, sem os descontos (INSS, consignações, planos de saúde, vale transporte, etc) e depois que a pessoa se aposentar pagar sobre o líquido. Sempre desconfiei desse conselho e não achava certo a pessoa "encher os cofres" da igreja, muitas vezes pessoas humildes e pobres, que ganhavam um salário mínio por mês, e os 90% que restava do parco salário tinham ainda que pagar aluguel, contas de água, luz, alimentação, remédios, etc sem contar roupas, calçados, etc. Outras religiões que conheço e que tenho amigos, não cobram o dízimo, mas sim uma doação simples (R$ 5,00, $ 2,00 ou quanto a pessoa quiser doar, sem cobrarem nada). Resumindo: Os mórmons cobram o dízimo de seus membros e os que não pagam ficam restritos a cargos, frequentar o templo (recomendação é negada se a pessoa não dizimar), e fica meio que excluída.

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  9. Edson!
    Achei muito bem exposto tudo o que voce fez sobre o dízimo. Se voce me permitir, gostaria de usar teu texto e adaptá-lo para uma postagem na próxima semana só sobre o assunto dízimo.
    Vou usar as escrituras da bíblia porque é na bíblia a fonte principal para o convencimento das pessoas. Muito obrigado pela ajuda mais uma vez.

    Um abraço!

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  10. Eu tenho 12 anos e sei q essa igreja é verdadeira,Joseph Smith foi o profeta de deus e Tomás s.monson é o profeta atual.Eu sei q se pagarmos o dízimo recebemos muitas bênçãos e nos n somos obrigados a pagar dízimo.Qualquer dia visite a nossa igreja com vontade no coracao que eu sei que você sentirá o espirito.Tem uma história q aconteceu e outras várias q pessoas foram abençoadas pelo dízimo.Um missionário junior já teve experiências com o dízimo.Ele e seu companheiro foram pregar o evangelho para pessoas muito pobrezinha.Elas aceitaram o evangelho mas como q elas iam pagar o dízimo naquela situação?Oissionario júnior disse q eles deveriam urgente mostrar a lei do dízimo pra eles pq ele já tinha vivido aquilo.Eles apresentaram o dízimo e foram muito abençoados.Compra uma aliahona depois pq lá está cheio de histórias e experiências,n só sobre o dízimo mas muitas outras.Eu presto meu testemunho q deus vive,q a igreja de Jesus Cristo dos santos dos últimos dias é verdadeira,e que joseph Smith foi um profeta de Deus.Em nome de Jesus Cristo,amen

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  11. A Igreja não precisa de Dízimos pois é a segunda instituição religiosa mais rica do mundo. E o que ela faz de bom com esse dinheiro? Nada além de dar uma vida luxuosa ao profeta e aos membros da cúpula que vivem sem trabalhar . Como instituição multi bilionária a Igreja poderia ajudar a acabar com a pobreza que existe no mundo, mas não faz nada .

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