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segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

UM ESTUDO DA VERDADE


A seguir o depoimento de uma pessoa do sexo feminino que preferiu não se identificar e que saiu da igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. Eis o seu depoimento:
Em relação à igreja SUD, tenho algumas boas recordações dos amigos, professores, líderes da ala e outros. Por isso, sempre me esforçava para defender a Igreja de seus críticos.
Eu realmente me sentia insultada quando os críticos acusavam os líderes da igreja mórmon de serem desonestos. Eu "sabia" que as críticas não podiam ser verdadeiras.
Como uma defensora (informal) da doutrina SUD, percebi a contragosto que, algumas vezes, aqueles acusadores  tinham os fatos ao seu lado (quando eu tinha tempo para verificar).
Eu precisei lidar com a dissonância cognitiva de que (1) todas as organizações são dirigidas por seres humanos e, se você pesquisar bastante, é claro que você encontrará alguns exemplos isolados de erros, e (2) uma vez que os líderes são humanos, eles vão errar de vez em quando.
Eu acreditava que  exemplos isolados e ocasionais de fraude premeditada poderiam ter acontecido, mas não acreditava que esse fosse um padrão ou uma prática habitual.
Porém, às vezes, me pegava revelando menos do que toda a verdade, ou dourando a pílula, a fim de defender a igreja. Notei que os outros membros, muitas vezes faziam a mesma coisa. Eu me permiti ser um pouco desonesta, porque eu estava defendendo a igreja do Deus único e verdadeiro; portanto, eu estava muito bem fundamentada.
Finalmente eu decidi deixar a vida e os sermões dos líderes da igreja falarem por si. Se os críticos tivessem razão, a igreja e eu lidaríamos com isso.
Eu acreditava que as acusações, se apresentadas no contexto apropriado, provariam que a mentira não era realmente mentira. Ao contrário, as acusações provariam que o que foi tido como mentira era, na verdade, um mal-entendido, uma observação fora de contexto ou uma má interpretação deliberada dos acontecimentos históricos.
Minha crença era de que os acusadores dos líderes da igreja, com seus artifícios, acabariam acusando a si mesmos. Isso porque, no meu coração, eles simplesmente torciam as palavras e usavam comentários fora do contexto.
Mas conforme mais eu lia a história da igreja, uma "lista" de erros e evidências crescia, e aos poucos, ocorreu-me que Joseph Smith estabelecera um padrão de fraude.
Infelizmente, observei que os líderes da igreja, incluindo aqueles que servem atualmente, seguiram o exemplo de Smith, de "mentir para proteger a igreja". As crescentes provas apontavam para esta prática como habitual.
As evidências apresentadas neste blog mostram que, quando a imagem da igreja ou os seus dirigentes precisava de proteção, não havia (e não há) problemas em inventar uma história, enganar, inflar, minimizar, exagerar, faltar com parte da verdade ou mentir.
Você lerá citações de líderes mórmons que admitiram que a fraude é uma ferramenta útil para proteger a igreja e seus líderes "quando estão em situação difícil", ou "para vencer o diabo em seu próprio jogo". Eles admitem fazerem uma "ginástica moral" e que Deus aprova a mentira - se for para proteger a "Igreja do Senhor" ou "os líderes.

" - Urgh, que sensação horrível é essa que eu sinto na boca do estômago?"
"- Ah, é só a culpa por mentir aos investigadores sobre a história da igreja.... passa daqui a pouco."

Fiquei chocada depois que aprendi estas verdades incômodas.
Eu ingenuamente acreditava que quando os líderes da igreja haviam transgredido, eles também haviam seguido os passos necessários ao arrependimento, como é ensinado aos membros e aos investigadores. Eu acreditava que eles tinham a coragem de enfrentar seus erros e confessar os seus defeitos, não importa quais as consequências, para viver os mesmos padrões estabelecidos para os membros.
Eu acreditava que eles eram totalmente honestos...”

Extraído do Blog: Investigações Sud http://investigacoessud.blogspot.com.br/2009/11/um-estudo-da-verdade.html


quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

ENQUANTO O MUNDO CRESCE EM CONHECIMENTO, OS MÓRMONS PADECEM EM IGNORÂNCIA!

Recebi um comentário de uma amiga que mora em Utah. Suas palavras são sábias e mostram uma realidade que a maioria dos membros da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias não percebe.
Apesar de todo o crescimento financeiro da corporação das empresas que compõe o mormonismo, como igreja em si, não consigo ver um crescimento real. Percebo um crescimento em ignorância e fanatismo. Chegando ao fundamentalismo como os antigos Judeus do Novo Testamento. Vejamos por exemplo, como são feitas as lavagens cerebrais nas cabeças dos jovens missionários Mórmons:

“Veja bem, para um missionário é muito fácil ser enganado. Esses meninos precisam levantar todos os dias, religiosamente as seis em ponto da manhã, exercício físico, banho, breakfast (como o próprio nome já diz) tem que ser feito de forma rápida. Já o estudo das escrituras (no caso o Livro de Mórmon) deve ser feito sem pressa. Ali o missionário coloca na mente toda a loucura de Joseph Smith. Lá para umas nove, dez da manhã, o missionário sai ao campo buscando e "ensinando" pesquisadores. Os caras ficam 12 horas ou mais por dia envolvidos em fantasias. Imagina agora passar dois anos fazendo a mesma coisa todos os dias. É impossível o cérebro não ter nenhum tipo de reação. Já ouvi estórias de missionários que viram anjos, crianças que já faleceram, tiveram "sentimentos" fortes a respeito de alguém, e até estórias de verem demônios já ouvi. Tudo isso é produto da mente. Como sabemos, nosso cérebro nada mais nada menos é do que um espelho. Ele, de forma inconsciente reflete nossos pensamentos em forma de ações”.

A ignorância é tamanha, que muitos membros da Igreja, em todos os cantos do mundo (inclusive no Brasil, já vi isso), são desestimulados até mesmo a ter uma TV em casa. Quando eu era membro da igreja era desestimulado a assistir futebol no domingo. Isso profanaria o domingo e Deus não estaria contente com essa minha ação. Tinha uma família aqui em Curitibanos, que se vangloriava na igreja, de que na sua casa, não ligavam a TV nos domingos. Até o programa "Fantástico" o marido gravava à noite, para assistirem no outro dia. Isso para não "profanar" o domingo, o dia do Senhor. Pode haver algo mais ridículo do que isso? Até que ponto chega a ignorância humana por causa de uma crença religiosa?
Muitos discursos dos líderes do alto escalão Mórmon (Autoridades Gerais) citam esportes como o super bowl ou o basebol. No Brasil e no mundo, o futebol (soccer) é discriminado por estes mesmos líderes. Apesar de muitos líderes locais sempre citarem e deixarem claro para qual time torcem, não se vê o mesmo tratamento dado ao futebol, como ao super bowl ou ao basebol, por parte das autoridades gerais da Igreja Mórmon. Quando acontece uma "Copa do Mundo", isso fica mais evidente. Os missionários são impedidos de assistirem aos jogos. Mesmo que esses jogos ocorram, por exemplo, num dia de preparação (P. Day). Seria isso uma maldade da liderança Mórmon ou propriamente ignorância mesmo?
Imaginemos agora como é o mormonismo em Utah! Todo mundo acredita piamente nas palavras de um homem que nunca aparece em público. Isso é tão verdade que tenho até o depoimento de uma moradora daquele estado americano. Vejamos as palavras de uma moradora de Utah:

“Estudem o atual presidente Monson! Não faz nada, não fala nada. Está sempre escondido. Parece que tem medo. Onde está o poder desse homem que se diz profeta? Leiam e releiam suas “A liahonas”, vocês não verão profecia alguma vinda dele ou dos demais profetas Mórmons. O que eles falam são coisas óbvias, que qualquer um pode fazer”.

E aquelas famílias que vivem isoladas em Utah? Cheias de filhos! Moradoras do Deserto e de lugares remotos, longe de Salt Lake ou de outros centros? Qual o sentido há em seguir cegamente uma doutrina que só lhes imputa sofrimentos? Muitos jovens nem conseguem se desenvolver intelectualmente direito. São privados do básico. De um programa de televisão ou das mudanças que estão ocorrendo no nosso mundo globalizado. Entendo perfeitamente e sinto muito mesmo, por minhas palavras não chegarem até esses jovens. Pois muitos, nem internet têm, em pleno Estados Unidos da América. Tudo por causa de uma religião que ensina valores radicais. Esses valores têm sido absorvidos, de forma fundamentalista, por sucessivas gerações. Qual sentido há nas palavras repetidas do "profeta"? Nenhuma! A não ser a produção de uma espécie de hipnose coletiva. Onde está a profecia para dar crédito ao título? Ninguém consegue perceber, mas a verdade é que “enquanto o mundo cresce em conhecimento, os Mórmons padecem em ignorância!”

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