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segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

OS TEMPLOS MÓRMONS SÃO OSTENTAÇÕES AMERICANAS EM SOLO ESTRANGEIRO


Muitas pessoas me enviam emails com questionamentos a respeito do templo Mórmon e dos rituais realizados lá dentro. Algumas pessoas curiosas, outras são membros novos ou até mesmo investigadores da seita que estão recebendo as mensagens dos missionários. Tenho respondido a todos conforme suas dúvidas me são apresentadas.
A bem da verdade, também tenho pensado sobre esse assunto: Os templos da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. Cheguei à conclusão de que eles são uma espécie de ostentação americana em território estrangeiro. Uma marca de como eles (os americanos) gostam de se exibir.
Os norte americanos adoram a ostentação! Gostam de passar uma imagem ao mundo de superioridade, de poder e de excentricidade.
Nós, os brasileiros, como muitos outros povos estrangeiros, adoramos os norte americanos. Pagamos qualquer preço para assistir seus filmes, suas mega produções cinematográficas. Pagamos caro para assistir às apresentações de suas bandas, de seus artistas em turnês mundiais. Pagamos caro para usarmos roupas GAP, para usarmos  IPhones, e por que não, visitar os templos Mórmons???
Isso reflete a falta de conhecimento de algumas pessoas que, pensam que são "doutores da lei", no que tange a essa verdade. Fiz há alguns anos atrás aqui mesmo neste blog uma postagem onde eu denunciava a exploração existente nas idas aos Templos na modalidade de caravanas de Alas e Estacas. Fui criticado por todo tipo de membro, chamaram-me de todos os impropérios, alegaram que eu não sabia nada, que eu nunca tinha ido num templo e que eu estava escrevendo mentiras.
Uma visita ao templo realmente para uma família pobre, cujo deslocamento anual representa parte significativa de seu orçamento doméstico, é algo “extremamente penoso”. Cada dia mais, se torna um sacrifício “abusivo” por parte da liderança d’A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. Idas ao Templo requerem pagamento de dízimos. Idas ao templo requerem pagamento de passagens, alimentação, roupas.
Os líderes locais são incentivados a “exigirem” dos membros as idas anuais ao templo com toda a sua família. Dependendo do lugar, não só uma vez, mas várias vezes no ano.
Imaginem agora, famílias inteiras se deslocando do interior do Estado do Amazonas pra irem uma ou duas vezes no ano, ao templo. Igualmente, famílias oriundas do interior do Estado de Sergipe realizando uma viagem desgastante em ônibus fretados pela própria liderança da igreja, com dinheiro sacrificado de famílias pobres, para irem ao templo de Recife/PE duas ou mais vezes ao ano.
Isso tudo porque o templo não pode parar, quando a Igreja inaugura um templo, ele tem que funcionar em horários diferentes das capelas, tem que funcionar quase todos os dias, e o seu lucro “diário é exorbitante” para os cofres da seita.
Não é o que se arrecada especificamente no templo, mas o que se arrecada antes de estar na frente do edifício físico.
Tudo é belo, tudo é bonito e tudo é ostentação. Por favor membros do mormonismo, abram seus olhos.


sábado, 2 de julho de 2011

PROBLEMAS COM A CONSTRUÇÃO E A MANUTENÇAO NO BRASIL?



Continuando o assunto de ontem... Para construir uma capela nova onde a igreja tinha poucos membros, era relativamente fácil. Precisava apenas de frequência média de mais ou menos 100 pessoas na reunião sacramental e certo valor estipulado, como dizimistas integrais. Isso foi muito manipulado nos anos 90, por muitos líderes da Igreja, no Brasil inteiro. Cada um que ler esse artigo que julgue por si mesmo. Vejamos alguns exemplos de textos que eu achei na internet:

“Vou contar uma história interessante que presenciei num determinado ramo (um imóvel qualquer alugado onde os Mórmons se reuniam antes de terem uma sede própria, como uma capela) É o seguinte: para que a igreja liberasse verba para construir a tal capela, era necessário que a frequência ao tal Ramo fosse, digamos de 100 cabeças na Reunião Sacramental. Então, o bispo teve uma ideia “brilhante": convenceu os lideres de um orfanato local a autorizar que os missionários pegassem os menininhos e menininhas aos domingos e os levassem à igreja justamente para dar uma inchada na Reunião Sacramental. Em contrapartida, eles ofereceram aulas de inglês para a garotada. As aulas, nunca foram dadas, e logo a direção do orfanato, caindo na real, proibiu a prática anteriormente autorizada. Veja bem a ética dentro da cabeça de alguns lideres (claro que é um caso isolado, acredito mesmo nisso): usar crianças sem pai nem mãe para fazer numero que justificasse obtenção de dinheiro da igreja, embora possam argumentar que era por uma boa causa. Pra eles é assim: os fins justificam sempre os meios”.

“(...) Algum tempo depois descobriram que o marido dela ao prestar serviço para a igreja fraudava documentos, notas fiscais, etc.”.

“(...) Acho que meados da década de 90 alguns prestadores de serviço fizeram o registro de suas firmas para prestar serviço para a igreja. Para ti teres uma ideia um membro, não vou chamá-lo de irmão, cobrou $400,00 para trocar 2 tomadas de luz... Isto era mais ou menos os anos de 97,98!É uma farra trabalhar para a igreja...”

“Sem citar nomes, porque não estou com saco para aguentar processo de mormonzinho irritadinho com a verdade, vamos analisar com cuidado algo que acontece muito no meio sud, mas que ninguém tem coragem de comentar enquanto submetido à coleira sud. Quem aqui já teve notícia de reformas repetitivas e superfaturadas nas capelas da igreja? Cansei de ver coisas boas serem destruídas para construírem outras por cima, exatamente iguais às que existiam antes. Para quê???? Notas fiscais emitidas com percentuais a mais (a famosa bolinha do encarregado de manutenção e patrimônio); os materiais "descartados" que acabam indo todos para as casas de membros, etc.”

“O templo de São Paulo é a prova viva disto. Estava prontinho servindo para a missão a que se propunha e lá foram eles, reformá-lo, a troco do que, lavagem de dinheiro”?

“É verdade sim, um irmão que trabalhou nos escritórios, me contou e eu também vi, lá na Ala trocaram o carpete, no ano seguinte trocaram o carpete de novo, o velho (que na verdade era novo ficou lá fora jogado e muitos irmãos levaram um pedacinho pra casa. Trocaram o forro, no mesmo mês teve muita goteira, mexeram no telhado, trocaram o forro de novo, trocaram o telhado e tá cheio de goteira de novo, isso sem falar que agora as alas tem computadores que foram entregues com uma tal de licitação ilícita...”

“Isso não é novidade, tem em todo lugar. A igreja deveria ser um exemplo, mas não é. Mesmo com a mania de falar em auditoria pelos cotovelos, a igreja tá cheia de ladrões. Essas coisas apareceram em todos os lugares por onde passei durante "a missão"...”

“Capelas sendo refeitas, bispos "empreiteiros" trabalhando pra igreja e ganhando "por fora", capelas que haviam custado uma fortuna e que logo depois de serem construídas já estavam cheias de rachaduras e trincas nas paredes, etc. Só não vê quem não quer...”


“Quem vc acha que faz auditoria nos ramos e alas?? São os próprios líderes da estaca ou distrito, ou seja, uns acobertando outros. Não seja ingênuo!!!! Um dos bispos que eu tive roubou a igreja por mais de um ano. claro que o presidente de estaca sabia, mas fez vista grossa, o bispo estava numa pior. Eu nunca ouvi falar de uma auditoria externa acontecendo na igreja! Só auditorias internas encomendadas. Não digo que as externas não ocorram, mas que são muito raras, isso são. Aí fica tudo lindo, tudo pra ingrêis vê! A igreja fala que faz auditoria, os membros continuam contribuindo, e tudo vai bem em Sião. Pior ainda, quantas vezes eu ouvi de líderes que havia podridão na estaca e, quando esse mesmo líder virou presidente de estaca, tudo continuou do mesmo jeito, senão pior?”



Referencias para a produção do Texto:


Comentários de postagem em:




sexta-feira, 1 de julho de 2011

CONSTRUÇÃO E MANUTENÇÃO DE CAPELAS MORMONS NO BRASIL!



Quando eu era um membro novo, no final dos anos 80, não entendia muito do funcionamento organizacional da Igreja. Eu tinha recém-chegado na cidade de Curitibanos. Havia na cidade, uma capela recém-dedicada aos serviços eclesiásticos da Igreja Mórmon. Ela era muito bonita, apesar de pequena. Estava muito bem localizada, quase no centro da cidade. O terreno era bem amplo, com árvores frondosas, algumas frutíferas e também algumas araucárias ou pinheiros nos fundos. Dava um trabalho enorme, o corte da grama no terreno da antiga capela da Ala Curitibanos. Demandava um dia inteiro de trabalho, com várias pessoas e várias máquinas elétricas para cortar a grama. Naquela época, as capelas que estavam sendo construídas no Brasil, eram bem feitas, com fundação bem reforçada e até mesmo exagerada. Toda a parte de madeira da capela de Curitibanos era de imbuia maciça, uma madeira nobre e cara da região sul do Brasil. Hoje, proibida por força da lei.
Então, com o passar dos anos, a freqüência aumentou. Saltou da casa dos 30 para mais de 100 pessoas na reunião sacramental. A capela ficou apertada e não comportava mais nem as organizações auxiliares da Igreja. A reclamação era constante e por anos ininterruptos. Todos queriam que a capela fosse ampliada, pois havia muito terreno para isso.
Os responsáveis pela manutenção do patrimônio da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, às vezes com escritório sediado em Porto Alegre, outras vezes, em Florianópolis, por diversas vezes, reformaram essa capela sem a aparente necessidade. Eles a pintaram por inteira, várias vezes. Nessas reformas, eles aproveitaram e trocaram todas as luminárias. Trocaram duas ou três vezes o carpete da capela onde era realizada a reunião sacramental. Trocaram ventiladores, trocaram o órgão, tudo isso várias vezes, com intervalos de poucos anos de diferença. Lembro-me que até a grama foi trocada três vezes. Todas às vezes, trouxeram grama de cerca de 300 quilômetros, em várias cargas de caminhões. O metro quadrado dessa grama tem valor elevado no mercado. Imaginem um terreno com cerca de mil metros quadrados como é o terreno da Igreja em Curitibanos, somado com o frete. Deve ter custado uma fortuna.
Aquilo tudo era um absurdo para mim. A despesa era enorme. Qual a necessidade de tudo aquilo? Mais tarde, ainda antes de eu sair da igreja, ao ler vários depoimentos de ex-membros, na internet, descobri vários comentários e afirmações sobre conchavos de empresas e pessoas envolvidas em licitações e orçamentos fraudulentos da Igreja Mórmon, para execução de construção e manutenção de capelas no Brasil.
Essas mesmas pessoas, afirmavam em seus depoimentos que, geralmente eram as mesmas empresas que construíam e reformavam as capelas.
Só posso concordar com isso. Eu mesmo sabia que o “Élder” que me batizou, mais tarde, tornou-se um Presidente de Estaca e hoje é um setenta. Mas antes disso, tinha uma empresa que fornecia telhas para várias capelas que eram reformadas ou construídas na região sudeste do Brasil. Além da venda das telhas, ele tinha equipes que trocavam as telhas velhas por novas. Ou instalavam as novas, no caso de uma nova capela. Aquilo me pareceu um negócio da China. Trabalhar para a Igreja como fornecedor ou prestador de serviços.
Assim como este meu conhecido, segundo ex-membros SUDs comentam na internet, várias empresas foram criadas por membros, somente para entrar nas licitações para construções e reformas de novas capelas da Igreja Mórmon no Brasil. Um missionário que passou por Curitibanos nos anos 90, disse-me na ocasião, que seu pai, que também era um Presidente de Estaca em Fortaleza, era engenheiro civil e fazia algo semelhante lá na região nordeste do Brasil.
Agora quero falar um pouco sobre as construções da igreja. Sempre questionei porque será que a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias construía em algumas cidades do Brasil, capelas grandes onde havia um número tão reduzido de membros. Esse era um modelo oposto da realidade vivida em Curitibanos.
Nos anos 90 começaram a aparecer indícios de “picaretagens” na construção civil das capelas Mórmons no Brasil. As capelas começaram a ser mal construídas. Digamos que houve um relaxamento pelos arquitetos e engenheiros que estavam a serviço da Igreja, os exageros da construção. Conheci capelas novas que tinha problemas de infiltração. As cercas eram mal feitas. Os bancos de qualidade inferior. Essas sofriam com mais frequência a intervenção dos serviços de manutenção, providos pelos responsáveis pelo patrimônio da Igreja.
Continuarei com esse assunto amanhã...