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domingo, 9 de abril de 2017

AMAI-VOS, AMAI-VOS...


No final do ano passado (2016), a Rússia deportou seis missionários Mórmons daquele país, atendendo o dispositivo da recém criada lei antiterrorismo daquele país, assinada pelo Presidente Vladimir Puttin.
Essa lei é mais ampla e merece algum esclarecimento adicional no que tange ao mormonismo. Segundo a lei russa fica proibida pregações, orações e disseminação de materiais religiosos em lugares públicos, fora das zonas especificadas pelo governo.
Foram liberados serviços de adoração somente em Igrejas, templos e capelas previamente estabelecidas como locais de adoração. Os meios de comunicação como o Facebook também tiveram restrições naquele país. Essa lei proíbe e restringe atividades missionárias de proselitismo e recrutamento de pessoas para engrossar o corpo de membros das Igrejas, incluindo as americanas: Mórmons, Testemunhas de Jeová e Adventista do Sétimo Dia.
A multa para a instituição religiosa que infringir as regras russas é de US$ 15.500,00. Qualquer pessoa russa ou não fica proibida de reunir pessoas em residências particulares para qualquer tipo de adoração. O serviço de proselitismo dos missionários Mórmons, Testemunhas de Jeová e Adventistas ficou gravemente afetado com essa lei antiterrorismo.
Lendo sobre o assunto, eu pude perceber que há muitas pessoas que se prostraram a favor e outras que ficaram do lado oposto à lei. Os argumentos são diversos.
Para aqueles que são favoráveis à lei antiterrorismo dos russos, o que me chamou à atenção foram especificamente relacionados ao mormonismo. Disseram eles:


Essa lei bem que poderia entrar em vigor por aqui (Brasil). Se fosse aplicada aqui os Mórmons deixariam de explorar os jovens missionários com trabalhos voluntários sem qualquer remuneração e direitos trabalhistas”.


Aglomerações em lugares secretos como os templos da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias é algo a ser investigado pelas autoridades governamentais de qualquer país. Alguém pode me explicar o que eles estão articulando lá dentro?”


“Além de expulsar os missionários, seria oportuno que o governo russo também destruísse os prédios das instituições religiosas. Essas igrejas e seitas fazem muita lavagem cerebral nas pessoas. Os países mais desenvolvidos culturalmente no mundo são aqueles que não deixaram instituições religiosas dominarem o povo com falsas promessas”.


“O mormonismo é uma seita. Quem quiser ser mórmon que vá para Utah. Tenho certeza de que estando no meio dos Mórmons americanos, logo logo seriam deportados ao Brasil. Acham que os irmãos americanos não seriam os primeiros a dedurar os brasileiros que estiverem ilegalmente em Utah?”


“Os mórmons americanos amam a igreja, mas detestam as pessoas, principalmente se estiverem de forma ilegal naquele país”.


Isso é uma grande verdade. Quer testar um Mórmon para ver se ele é mesmo fiel? Seja um membro, certo dia roube uma flor de qualquer capela. Deixe propositadamente que alguém bem “crentão” e “lavado psicologicamente pela doutrina” veja o ato de infração. Note que ele o entregará a algum líder da Ala ou Estaca tão rapidamente seja possível. Fofocas e intrigas fazem parte do mundo Mórmon. Eles amam a Igreja, mas detestam as pessoas: irmãos ou não!
Amai-vos uns aos outros parece ser um mandamento muito difícil de ser observado no meio dos Mórmons e de qualquer igreja que tenha como doutrina ferramentas de repetição constante, como: “eu sei que esta igreja é verdadeira. Eu sei que esta igreja é verdadeira, eu sei, eu sei...