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sexta-feira, 23 de agosto de 2013

SAIR DA IGREJA DE ACORDO COM A CONSTITUIÇÃO FEDERAL


Merece agora destaque aqui neste blog, algumas ações judiciais que aconteceram nos Estados Unidos contra Igrejas. Um homem chamado Norman Hancock, em 1985 escreveu uma carta e enviou-a à liderança da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, solicitando a remoção de seu nome dos registros da mesma. Em vez de atender à solicitação expressa na carta, a Igreja Mórmon o excomungou. Hancock entrou então com uma ação na justiça contra a Igreja Mórmon, alegando que uma pessoa tem o direito, de se associar ou renunciar voluntariamente, a associação de qualquer Igreja. Ele alegou que não fez nada de errado para ser excomungado, apenas queria que seu nome fosse retirado dos registros da Igreja, por ser esse o seu desejo, nada mais.
Os advogados da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias o procuraram e fizeram um acordo por 18 milhões de dólares. O caso foi encerrado sem muita notoriedade. Mas a igreja Mórmon ficou, de certa forma, embaraçada com o caso. Abrindo precedentes para futuros processos judiciais da mesma natureza.
Outro caso: Marian Guinn, membro da Igreja de Cristo de Collinsville, Oklahoma, entregou em mãos, a sua carta de renúncia ao Bispo, depois que ele lhe dissera que a excomungaria por causa de fornicação. O ministro eclesiástico recusou-se a honrar seu pedido de demissão. Ela então resolveu ir em frente com o processo de "excomunhão" e, não demorou muito para que a decisão fosse anunciada no púlpito da Igreja aos demais membros. Guinn processou a Igreja e recebeu 390 mil dólares. No recurso, o Supremo Tribunal de Oklahoma decidiu que a carta de renúncia de Guinn estava correta, conforme a legislação em vigor. Qualquer coisa que o líder da Igreja fizesse após a data da entrega da carta, era considerado torpe. Em outras palavras, ela poderia processá-los por qualquer coisa que eles fizessem, depois que ela havia renunciado de ser membro da Igreja. O tribunal decidiu que, com a sua carta de renúncia, Guinn estava retirando o seu consentimento para ser tratada como membro da Igreja. Então eles não poderiam ter êxito no processo de excomunhão contra ela, uma vez que a excomunhão foi após a entrega da carta.
Legalmente, nos Estados Unidos, uma vez que um membro entregar oficialmente uma carta de renúncia, resignação ou pedido de demissão à liderança de uma igreja, não será mais considerado membro e não poderá ter seu nome em nenhum registro da corporação religiosa. Isso significa também, que ele renuncia a todos os direitos e obrigações ligados à doutrina a que estava associado. No caso do mormonismo, ele se destituirá de seu cargo ou cargos, renunciará a todas as hipotéticas bênçãos, que são impostas pela doutrina e seus rituais, inclusive no templo. A partir deste momento, a pessoa que entrega a carta de renúncia à Igreja, não poderá mais ser molestada ou incomodada por membros, missionários e ou qualquer um que esteja agindo em nome da instituição religiosa.
A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias não passa as instruções necessárias para casos como estes a seus Bispos e Presidentes de Estaca, de forma que, muitos membros que querem desistir do mormonismo, têm dificuldades em fazê-lo, por causa da “ignorância” e “negligência” atribuídos ao assunto, por parte dos líderes locais.
Quando alguém ameaça entrar na justiça ou entra com uma ação contra a Igreja, então o processo flui rapidamente. Em caso de processos judiciais, a liderança da Igreja, tratará o membro de forma diferenciada.
No Brasil, a Constituição Federal prevê no Artigo 5º, o direito de associação, tratando dos direitos e garantias fundamentais da pessoa humana. Portanto, o direito de associação é um direito fundamental do ser humano. Os direitos fundamentais são classificados em diversas categorias, pertencendo o direito de associação à categoria dos direitos individuais, composta, esta, pelos direitos enumerados no caput do Artigo 5º da Constituição Federal.
“Art. 5º. Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes: (…)”.
 O direito de associação consiste em um direito fundamental individual de liberdade que, em síntese, confere à pessoa o direito de agir, de atuar livremente, com autonomia de vontade.
Voltando ao mormonismo, se os membros que querem abandonar a seita, agirem com a atenção necessária que o assunto requer, forçarão a liderança a atuarem com rapidez, caso contrário, a Igreja Mórmon vai continuar a operar em sua bilionária moda patriarcal.
Há um consenso crescente entre os ex-Mórmons, que pensam que somente o ato de entregarem uma carta de renúncia ao Bispo, estará tudo resolvido e que seus nomes serão apagados dos registros da Igreja. Alguns até pensam, que não terão nada a ver com os caminhos que o mormonismo traçar, pois não serão mais considerados membros da Igreja. Ledo engano! Enquanto não ocorrer um processo de remoção de nome dos registros da Igreja, o cidadão continuará sendo membro, isso até que esteja com 110 anos de idade.
Geralmente, a Igreja não honra os pedidos de remoção de nomes, até que seja desafiada legalmente. Quando isso ocorre, a primeira providência da instituição eclesiástica, é mandar líderes à casa do membro e tentar uma reativação. Isso pode ocorrer sucessivas vezes. Entre estes líderes estarão com certeza, professores visitantes, mestres familiares, líderes do sacerdócio da Estaca e Ala, membros do bispado, e vizinhos Mórmons. Eles irão visitá-lo e pedi-lo para que volte à trás na sua decisão e desista da ideia de sair da Igreja. Dirão palavras como: “nós o amamos muito”, “volte irmão ou irmã, precisamos de vossa ajuda”. Poderão usar de todos os meios para dissuadi-lo.
Uma vez que seja aberto um processo judicial contra a Igreja, por força da legislação, o membro poderá se sentir totalmente livre e fora do mormonismo. A Igreja Mórmon obedece a lei quando forçada a isso. Enquanto o membro não receber uma confirmação definitiva de que seu nome foi oficialmente retirado, deverá perseguir a instituição, até que o processo seja concluído. É possível também, que haja um processo interno de remoção de nomes, mas o membro que quer sair, precisa ficar muito atento aos prazos estipulados por ambas as partes.
A Igreja Mórmon é um conglomerado de empresas de bilhões de dólares disfarçada de Igreja em vários países do mundo. O objetivo é um só: lucro! As pessoas tem que tratar a Igreja Mórmon como ela é efetivamente, ou seja, um negócio. Tem uma papelada e trâmites burocráticos que precisam ser seguidos, tal como se elas estivessem rompendo um contrato de negócios. Enquanto o membro que quer sair do mormonismo não receber uma carta final, ainda poderá ser considerado um membro a ser reativado, ou um cliente perdido, que poderá ser recuperado. E isso poderá ocorrer, inclusive com as trocas de duplas de missionários locais. Os líderes locais da Ala, com certeza visitarão o membro inativo. Ele sempre será um alvo para sempre. Para que o assédio cesse, é necessário a carta de pedido de renúncia. Este é o primeiro passo para se ver livre de uma vez por todas do mormonismo.

Referencias:

6 comentários:

  1. GOSTARIA MUITO DE SAIR DESSA IGREJA COMO FAÇO PARA PEDI PARA SAIR

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  2. Nao existe igreja melhor que esta, pois nao e so uma igreja, mas sim tambem um labratorio de aprendizagem, onde podemos aprender sobre tudo o que aconteceu com Jesus Cristo e inclusive tentar ser como ele foi.
    Aprender na Igreja de Jesus Cristo Dos Santos Dos Ultimos Dias so aprende quem quer, e quem quer aprender podera tirar sempre uma imensidao de ensinamentos dos nosso lideres da igreja, onde poderemos transferi-los para as nossas vidas e conseguir-mos ser ainda mais felizes do que ja realmente somos. Meus irmaos quem faz esta igreja nao sao os lideres, mas sim todos os membros incuidos nela! Todas as empresas geridas pela Igreja De Jesus Cristo Dos Santos Dos Ultimos Dias pertencem a muitos membros que cresceram pobres, abriram a sua firma/empresa e fizeram parceria com a Igreja. O verdadeiro objetivo de todas estas empresas serve para ajudar a suprimir a pobreza mundial, pois com tanta gente a ser ajudada mundialmente pela igreja sem ajuda dos lucros destas empresas rapidamente a igreja morreria de imediato. Existe maior prova de amor por todos nos que esta? Nao se deixem cair nas armadilhas Lucifer, mas em vez disso prossigam com Fe e espirito aberto nas vossas oracoes, perguntem a Jesus Cristo se todas estas coisas sao verdadeiras. Se todo o mundo segui-se ao nosso Salvador Jesus Cristo nao haveria Guerras nem pobreza no mundo!
    Eu testifico que todas as coisas que disse aqui sao verdadeiras, e que Jesus Cristo e o Salvador. Amem.

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    1. O que seria esse "labratorio" de aprendizagem? Coitados! Pensam que estão aprendendo sobre Jesus cristo no mormonismo. Od demais representantes das muitas seitas e organizações de cristãos dizem que o mormonismo ensina sobre um Cristo bem diferente daquele exposto na bíblia.

      "O verdadeiro objetivo de todas estas empresas serve para ajudar a suprimir a pobreza mundial" - Que bela mentira. O verdadeiro objetivo do mormonismo é a detenção de lucro financeiro para a Mormon Inc.

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  3. Antonio Carlos popinhaki, você não sabe direito do que está falando...
    Eu sou membro dessa igreja a quase 8 anos e nada do que você diz faz parte da minha realidade.
    Acredito que você é mais uma das pessoas que se ofendem com a opinião de outras, quando essas discordam da sua.
    De cabeça lembro de pelo menos 10 programas de desenvolvimento humano criados pela igreja.
    Eu acredito no que tenho aprendido nesses anos e aprendo diariamente sobre Jesus Cristo.

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    1. Por favor, você pode citar dez Programas de Desenvolvimento Humano promovido pela Igreja Mórmon?

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