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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

OUTRA HISTÓRIA DE EX-MISSIONÁRIO MÓRMON!


Olá Antonio,
Você não me conhece, mas no teu blog está escrito:

“Sua história é bem vinda! Escreva-me a sua história de vida sobre o mormonismo. Ela poderá ser publicada neste blog. Você poderá ajudar muitos a entenderem o que de fato é esta doutrina.”
 
Então...
Escrevo para te contar um pouco sobre a minha história dentro da Igreja Mórmon.
Me batizei junto com minha família na década de 80. No começo dos anos 90 fui pra missão.
Na minha missão tinha muito mais americanos que brasileiros. Logo no início, eu morava na mesma casa com uma outra dupla, eram 03 norte-americanos e somente eu de brasileiro.
O choque cultural era grande, eu  não conseguia me enturmar com os demais americanos.
Eu era simples, de origem humilde, com pouco conhecimento, e além do mais os 3 missionários americanos conversavam sobre assuntos deles: programas de televisão e celebridades gringas, parques nacionais dos EUA, montanhas que escalaram, etc. Assuntos que não tinham nada a ver comigo. Teve uma vez até que eu fui perguntar sobre a BYU, mas eu nem ao menos sabia como pronunciar BYU corretamente.
Eu não culpava os missionários. Aquele jeito mais frio era da cultura deles. Só que para  mim era difícil, me sentia um peixe fora d'água.
A outra dupla de missionários estava junta a muito tempo, de modo que era muito provável que um deles fosse transferido logo. Eu estava torcendo por isso, e que no lugar do americano viesse um brasileiro. Eu não tinha e não tenho nada contra norte-americanos... só que eu estava querendo que viesse alguém com eu tivesse mais afinidade, para poder conversar.
O dia da transferência chegou, e o novo missionário da outra dupla que estava vindo morar conosco também era americano, Elder Johnson (nome fictício).
Elder Johnson era de uma cidade chamada St. George no interior de Utah. Estava na missão a mais ou menos um ano.
No entanto, ele ainda era Júnior, jamais tinha sido Senior na missão, e o motivo é que ele tinha uma grande fama de  fubeca (fubeca significa “que não é muito dedicado ao trabalho e nem se esforça para obedecer as regras da missão”).
Mas a coisa boa é que  com Elder Johnson eu consegui desenvolver uma amizade. Ele era muito mais acessível que os outros americanos. A convivência com ele era mais agradável.
Durante o tempo em que moramos na mesma casa aconteceu algo que ficou gravado em minha mente.
Quando chegavam correspondências em nossa casa, o proprietário do imóvel as recebia e as colocava por debaixo da porta.
Minha dupla chegou primeiro, peguei todas as cartas e ví que uma delas era para o Elder Johnson, remetida pela mãe dele.
Quando ele chegou entreguei-lhe a carta, e ele começou a ler, enquanto estávamos na cozinha, jantando e conversando.
Ele estava animado, mas aconteceu que ele leu alguma coisa naquela carta que o deixou bem pra baixo, ele mudou de expressão instantaneamente. "Fechou a cara". Apressou-se para terminar de jantar, e foi pro quarto.
No dias seguintes, ele continuava visivelmente chateado.
Durante algum tempo eu fiquei achando que naquela carta ele tinha recebido a notícia da morte de algum parente.
Quando eu fiquei sabendo o que realmente a carta continha,  fiquei surpreso...
Naquele tempo, nós estávamos fazendo muitas divisões, toda a semana tinha uma divisão.
O que acontecia é que meu companheiro não gostava muito de mim, nós não tínhamos muito em comum e nem muito assunto para ficarmos conversando.
O companheiro de Elder Johnson também não gostava dele, porque Elder Johnson era um fubeca.
Dessa forma, sempre tinham essas divisões, onde eu acabava fazendo dupla com Elder Johnson por um dia.
Nós éramos os rejeitados, mas eu não importava muito, para mim era um alívio fazer essas divisões.
Elder Johnson era um piadista. Bem comunicativo e com ele eu fiz amizade. Mas com certeza, ele era um fubeca.
Nas conversas que tivemos durante as divisões, ele me contou que tinha dúvidas sobre a Igreja. E que ele não queria, de fato, ter vindo para a missão, só estava servindo como missionário para "não desonrar" a família dele.
Naquela época, eu tinha uma fantasia em minha cabeça: eu achava que Utah era o "Paraíso" na Terra, eu sabia que a proporção de mórmons era alta, em cidades pequenas podia chegar a quase 100% dos habitantes.
Quando Elder Johnson me contou que em Salt Lake havia e tinha venda de drogas, prostituição, e outras coisas mundanas, eu fiquei um pouco desapontado.
Mais desapontado fiquei quando ele me contou que a relação entre os membros de Utah não eram muito boas também. Ele me disse que na Igreja em Utah (na visão dele) havia muita vaidade, exibicionismo, pouco amor Cristão...
Numa dessas divisões perguntei novamente sobre a carta, e ao chegarmos em casa ele resolveu mostrá-la para mim.
Ele pegou a carta e  começou a traduzir, em um trecho a mãe dele contava que o filho da vizinha (que também estava servindo missão), tinha sido chamado para ser Líder de Zona.
E era por causa desse trecho da carta que ele ficou tão chateado!
Quase não acreditei que ele tinha ficado tão chateado só por causa disso, na verdade eu não tinha entendido onde havia alguma coisa naquela carta que fosse motivo para tanto.
A coisa é que para Elder Johnson, ficar 2 anos de gravata, sem ter vida social, sem namorar, sem fazer as coisas normais para um cara de 20 anos, já era um sufoco.
Na missão, ele se sentia  pressionado pela fama de fubeca.
A mãe dele então manda uma carta com uma indireta: o filho da vizinha era Líder de Zona (Elder Johnson era ainda companheiro Junior).
Somente servir missão não era o suficiente para a mãe dele, ele tinha que ser um líder na missão, para não ficar em desvantagem perante a vizinha...
Naquela época, eu ainda acreditava nas coisas que a Igreja queria que eu acreditasse, que eu deveria servir com "todo meu coração, poder, mente e força" que se eu não fizesse um bom trabalho na missão eu seria julgado, que do meu trabalho dependia a reunião dos "eleitos" e consequentemente, o crescimento do reino de Deus.
Por acreditar em tudo isso, eu não podia aceitar um missionário fubeca, que estava sendo negligente no seu chamado de pregar a salvação.
Meu companheiro me disse uma vez que Elder Johnson nunca seria nada na vida, pois não estava honrando o chamado como representante de Jesus Cristo.
No entanto, por outro lado, ele foi o único norte-americano com quem fiz amizade de verdade, possivelmente na missão eu devia ser visto como um "caipira", "simplório" ou algo assim, o que não despertava o interesse dos outros missionários fazerem amizade comigo.
Teve um dia que eu fazia uma divisão com Elder Johnson, e eu sempre estava fazendo perguntas sobre Utah, então ele me disse que depois que eu terminasse a missão, eu poderia visitá-lo nos EUA, ele mencionou assistirmos um jogo de basquete.
Eu não sei se o convite era pra valer ou não, mas eu fiquei muito feliz…
Nesse ponto, apesar de fubeca, me parecia seguir o exemplo de Cristo, mais do que os outros missionários, que mantinham uma distância de mim.
Depois que ele terminou a missão, trocamos algumas cartas, e novamente citou que se eu fosse aos EUA ele poderia ser meu guia lá.
Naquela época, viajar para os EUA era algo fora da realidade para mim, era como se alguém me convidasse para viajar para outro planeta, totalmente impossível.
Eu não tinha dinheiro, não tinha (e nem sabia como funcionava) um cartão de crédito, não sabia nem mesmo o que era exatamente um passaporte e um visto, não falava inglês.
Depois de trocarmos meia dúzia de cartas, eu perdi contato com ele.
O tempo foi passando e algumas portas foram se abrindo para mim.
Consegui me graduar na faculdade (com muita dificuldade), algo que antes eu considerava quase impossível.
Consegui um emprego em uma multinacional, o que me possibilitou, depois de algum tempo morar fora do país. Fiquei quase um ano morando no país sede dessa multinacional (na Europa).
Nesse período, eu  parei definitivamente de frequentar a Igreja (antes de sair do Brasil, eu já estava praticamente inativo).
Com o surgimento das redes sociais, eu consegui localizar Elder Johnson na Internet.
Conversamos via mensagens eletrônicas e pelo que pude notar ele estava muito bem, saiu de Utah e abriu a própria empresa, e pelo visto estava  feliz.
Mais recentemente, minha esposa  e eu finalmente  conseguimos juntar dinheiro suficiente para podermos fazer uma viagem para os EUA.
A questão é que não conseguiríamos visitar todos os lugares que gostaríamos, por causa de limitações financeiras e também de tempo.
Por isso fizemos questão de planejar muito bem a viagem.
Os destinos que cogitamos inicialmente foram aqueles populares entre turistas brasileiros: Flórida, Nova York, Califórnia e Las Vegas.
Devido às nossa limitações, chegamos a conclusão de que seria possível visitar um ou no máximo dois desses lugares. Começamos a ver preços de hotéis, transporte, etc.
No entanto, ao finalizarmos o roteiro da viagem, apesar de estar fora do mormonismo há tempos, eu sentí uma grande vontade de visitar Utah.
Minha esposa não é e nunca foi mórmon, ela ficou um pouco relutante, mas durante a viagem acabamos também visitando Utah, que um dia eu fantasiei ser o paraíso na Terra.
É impressionante, mas apesar de eu ter plena consciência que o mormonismo é um engodo, ainda existem resquícios dessa religião em minha mente.
Às vezes, trechos de hinos surgem na minha mente, ainda sei de cor Amós 3:7 e outros versículos da Bíblia e do Livro de Mórmon, sou capaz de falar palavra por palavra a "1ª Visão" de Joseph Smith Jr., conforme ensinava na primeira palestra (lembrando que é apenas uma das muitas versões existentes da "1ª visão").
Alguém pode até pensar que esses fatos são a "influência do Espírito Santo", atestando que a Igreja é verdadeira.
Mas não é  isso!
O fato do mormonismo permanecer ainda hoje em minha mente é uma prova de que eu sofri lavagem cerebral!!
Para ser mórmon fiel, só com lavagem cerebral mesmo, não há outra maneira de acreditar em um homem tresloucado como Joseph Smith Jr.
E mesmo quando conseguimos sair dessa seita, ficam os resquícios em nossas mentes.
A Igreja cria um mundo de fantasias na cabeça do membro.
E quando despertamos, nós percebemos que aquilo que acreditávamos profundamente não passa de fantasia, o choque de realidade é muito duro!
É muito duro perceber que desperdiçamos muito tempo, esforço e dinheiro em algo que é completamente falso. E não tem como voltar no tempo…

O melhor mesmo é nunca entrar para a Igreja Mórmon.

16 comentários:

  1. Comentário Moderado:

    oi fui membro durante 45 anos e fiquei ate doente quando resolvi sair desta igreja depois de tantos problemas e erros que vi de perto ,e uma lavagem cerebral que nunca pude imaginar que fosse tao forte mas agora to bem realmente eles fazem descriminação com os pobres sempre mantendo as aparência concordo com tudo que você diz sobre eles eu tenho filhos que são desta igreja e não aceita que me refiro a ela como uma mentira espero que você possa ajudar muitas pessoas com seu depoimentos e esclarecendo quem e esta gente aproveitadora.

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  2. Essa história me lembra outra, de um ex-missionário de Utah que se matou porque era gay. Se um jovem hetero já sente uma pressão social gigantesca, imagine um que é gay.

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  3. Essa história me lembra outra, de um ex-missionário de Utah que se matou porque era gay. Se um jovem hetero já sente uma pressão social gigantesca, imagine um que é gay.

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    1. Seria essa?

      https://sobreomormonismo.blogspot.com.br/2012/08/chris-beers-uma-tragica-historia-de-vida.html

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    2. Sim, é essa mesmo.

      Também existem varios outros casos semelhantes

      http://www.dosmanzanas.com/2012/05/un-adolescente-gay-se-quita-la-vida-en-utah.html

      Os sentimentos de culpa incutidos pela Igreja trazem muita dor e sofrimento.
      Não somente aos gays, mas aos membros em geral.

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    3. Entendo a sua pergunta. Somente o fato de eu citar um caso evolvendo um gay, gera este tipo de pergunta. O que eu acho é que a Igreja impõe um tipo de comportamento como sendo o ideal. E quem não se adapta a este padrão acaba sofrendo pressão.
      Os gays mórmons são um exemplo de pessoas que não estão de acordo com este "padrão de perfeição " ou do "comportamento ideal de um santo dos últimos dias"
      Eu não sou gay. Já sofri pressão por não me enquandrar em determinado tipo de padrao sud (sem relação com a sexualidade).
      A ´pressão não era tao grande a ponto de eu querer cometer suicídio.
      Eu fico pensando no caso destes jovens que chegam a tirar a própria vida e fico muito triste, pois para pessoa chegar a este ponto deve ter passado por um profundo sentimento de tristeza.
      Muitos membros que não são gays, também sofrem pressões por diferentes motivos, inclusive pressão para irem para missão ainda que realmente não queiram.
      Mas quando chega-se ao ponto de suicídio, é realmente muito, muito triste.

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  4. Tem a típica maldição.
    Se não vai para missão nada mais na tua vida vai dar certo.

    Se vai e não termina nada mais vai dar certo na tua vida
    http://sobreomormonismo.blogspot.com.br/2012/05/minha-frustante-experiencia-como.html
    "Era para eu ficar dois anos na Missão Brasil-Campinas. Devido a todos estes fatos desagradáveis que aconteceram comigo, eu resolvi voltar para casa e sair da missão. Eles me deixaram vir embora. Não antes de eu ouvir estas palavras sinistras: de que “se eu voltasse nada iria dar certo na minha vida”.
    Se está na missãop e não bate as metas , vc não está trabalhando direito, nada vai dar certo na tua vida:
    "Meu companheiro me disse uma vez que Elder Johnson nunca seria nada na vida, pois não estava honrando o chamado como representante de Jesus Cristo. "

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  5. Olá
    Sou membro da Igreja há muito tempo. Me batizei em 23 de junho de 1985 na époça tinha apenas 10 anos de idade, de lá para cá a igreja sempre foi parte de minha vida, era impossível imaginar minha vida sem a igreja, se alguém falasse algo negativo ou criticasse a igreja, pode crer arrumava briga comigo. Fui crescendo na igreja participei por um ano da Primária, sacerdócio aeróbico, fiz missão na região norte no Acre,Rondônia e Amazonas de 94 a 96 em 98 me casei no templo, enfim prossegui na igreja cumprindo todas as etapas pois meu objetivo final era ser exaltado e conseguir a vida eterna.
    Prossegui firme sempre estudando as escrituras e ocupando vários cargos na igreja, frequentando fielmente o templo e pagando dízimo integral. Isso chamou a atenção da liderança de forma que em 2011 fui chamado para ser bispo de uma ala aqui na região de Londrina PR.
    Cargo que ocupa até hoje.
    Interessante para uma pessoa como eu o fato de ocupar um cargo proeminente na igreja me fez abrir os olhos e me fez ver que a igreja mórmon é uma seita cujo objetivo principal é obter lucro e alienar as pessoas para trabalharem para eles.
    Meu despertar surgiu certa vez dentro do Templo de Curitiba há um homem idoso na nossa estaca que muitos falam que ele já está gagá pois fala coisas sem nexo e lá enquanto eu esperava o início de uma sessão ele começou a me falar sobre as experiências que ele teve na igreja e me falou algo que muito me intrigou ele disse que as ordenanças são copiasó os rituais maçônicos e se eu quisesse comprovar era só eu pesquisar na Internet e ele me disse que ele não tem mais fé e sim esperança é, ele continua na igreja pois para ele se não tiver nada do outro lado quando ele morrer pelo menos fez o bem nessa vida.
    Para uma pessoa alienada ouvir isso dentro do Templo seria um absurdo mas isso me deixou intrigado. Eu tempos depois comecei a pesquisa e fiquei impressionado com tanto material publicado, pouco tempo antes eu jamais veria qualquer coisa que falasse contra minhas crenças.
    Após assistir até o fim um documentário sobre os adoradores do sol, tentei fazer prova do testemunho que ainda tinha e pesquisando caí em um blog que falava sobre a fraude de Livro de Abraão eu sou formado em Língua Portuguesa e estudo muito sobre Linguística e para mim foi fácil comprovar a credibilidade do material publicado e depois daí pesquisei mais e mais, hoje tenho certeza que Smith e seus sucessores são todos um bando de picaretas, o Templo é uma cópia mal feita dos rituais maçônico, o livro de mórmon é uma invenção de Joseh Smith e seus comparsas, os líderes da seita não são nada inspirados eu já comprovei isso várias vezes. Uma prova disso é o fato de eu estar com todas essas idéias na cabeça e eles não recebem nenhum estupor e nenhuma inspiração do espírito sobre mim.
    Mas a questão é que convivo com um bando de alienados e é difícil, praticamente impossível abrir os olhos das pessoas, não revelei minhas crenças para minha família ainda pois eles estão ainda com as escamas nos olhos, e não quera ser excomungado, quero sair pela porta da frente e não darecebi nenhuma margem para que haja comentários de que fiz algo de errado para ser excomungado. Já faz 6 anos que sou bispo e 2 anos que eu acordei o chato de tudo é que sou muito cobrado e isso cansa principalmente sobre exigir o dízimo e as ofertas dos membros. Mas como eu falei, vou sair pela porta da frente, no meu caso é complicado, acho que vou precisar de muita ajuda, existem poucasos pessoas que eu posso me revelar sem ser cruelmente marginalizado.

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  6. Estou recebendo visitas dos missionários, eu sou evangélica dá casa de oração.me sinto muito bem lá, mais afirmam que não é a igreja de Cristo, hj me colocaram a prova disse que estou a um passo pra me batizar, sendo que já passei pelas águas, mais disseram que não valeu, pq foi feito por pessoas sem poder e autoridade. Estou confusa me ajudem

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    1. Juliana Gomes: Você pode ler mais postagens do blog para ter uma visão mais ampla sobre o mormonismo: Pode ler também a postagem:

      http://sobreomormonismo.blogspot.com.br/2013/08/nao-abram-suas-portas.html

      Espero que não se batize no mormonismo para não sofrer no futuro.

      Felicidades.

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    2. Os missionários são treinados para lhe falarem estas coisas. Tudo que eles falam, desafios para batismo, colocar a prova, e dizer que vc está a um passo do batismo, tudo isso são técnicas, que eles treinam e repetem.
      Não caia nessa. Depois os missionários voltam para casa e vc fica sofrendo como membro desta seita.

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    3. Juliana...Sou Mórmon a pouco mais de Vinte anos.E todas as coisas que aprendi sobre Cristo e seus ensinamentos (Na Bíblia e no Livro de Mórmon são verdadeiras)Mas o único conselho que posso lhe dar é que vc tem que ter a sua resposta.E isto só pode se perguntar a Deus.Eu posso falar muitas coisas que acredito,mas só iria mostrar minha lealdade a esse evangelho...Tenha sua resposta direta de Deus, ore a ele e espere sua resposta.
      Com relação a pessoas dá Igreja,existem muitas pessoas na igreja e todas são diferentes e com várias culturas...É normal haver diferentes modos de enxergar os prin ipios ensinados...Mas todas as vezes que vejo alguem falando de suas experiências ruins na igreja...No final de tudo entendo que apenas se decepcionar AM com pessoas a não com a igreja.
      Espero que tenha ajudado.

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    4. Juliana...Sou Mórmon a pouco mais de Vinte anos.E todas as coisas que aprendi sobre Cristo e seus ensinamentos (Na Bíblia e no Livro de Mórmon são verdadeiras)Mas o único conselho que posso lhe dar é que vc tem que ter a sua resposta.E isto só pode se perguntar a Deus.Eu posso falar muitas coisas que acredito,mas só iria mostrar minha lealdade a esse evangelho...Tenha sua resposta direta de Deus, ore a ele e espere sua resposta.
      Com relação a pessoas dá Igreja,existem muitas pessoas na igreja e todas são diferentes e com várias culturas...É normal haver diferentes modos de enxergar os prin ipios ensinados...Mas todas as vezes que vejo alguem falando de suas experiências ruins na igreja...No final de tudo entendo que apenas se decepcionar AM com pessoas a não com a igreja.
      Espero que tenha ajudado.

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    5. O que posso lhe dizer é que sou membro da igreja a 24 anos, e que os princípios que aprendi ali são por demais valiosos. Sou pobre, nunca fui descriminado na igreja por isso, e nas muitas vezes que descordamos de algo o primeiro sentimento que vem a nossa mente e coração é de discórdia. Cada pessoa que citou algo ruim que lhe aconteceu aqui, realmente pode ter passado por isso, e não lhes tiro a razão de ficarem contra e até de atacarem, mas posso dizer que poderiam usar essa energia que sobra pra atacar, que usassem para Elevar o nome de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Que você possa acima de tudo buscar alegrar nosso Pai que está nos Céus e tomar a sua escolha, e caso seja a de não se filiar a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, que você possas ser grandemente abençoada em sua vida, que possas ser iluminada, isso é o mínimo que podemos desejar aos nossos irmãos. UM GRANDE ABRAÇO.

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  7. As pessoas que aqui escreveram, afirmam que saíram do mormonismo porque descobriram que A IGREJA não é verdadeira. Não ví nenhum caso em que a pessoa afirma que se afastou porque ficou desapontado com outro membro. O desapontamento é com a IGREJA.
    Quanto a estas supostas respostas de Deus, este tema já foi debatido e muito já argumentado de que estes sentimentos não são uma resposta de Deus.

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